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Especialista em Sexologia, quem são eles?

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Especialistas em Sexologia, quem são eles?

Os estudos relacionados ao sexo nas ciências do comportamento e na medicina é um estudo até certo ponto recente se comparados a outras especialidades. Entre as áreas abrangentes se podem incluir varias disciplinas, assim com a ginecologia (aspectos anatomofisiológicos), urologia, sociologia, antropologia, psicologia alem de muitas outras. Porem foi no final do século XX Quando começou a se configurar um modelo interdisciplinar para o estudo relativo à sexualidade humana. Foi nesta época final do século XX que se observou a necessidade de uma leitura integrada entre as diversas disciplinas tais como a medicina, sociologia, antropologia, psicologia, psicanálise e a educação. E a etiologia relativa às diversas disciplinas. Existem três campos distintos para atuação na sexologia nesta área em que sua estrutura envolve varias disciplinas. Em sua prática pode ser aplicada em sexologia social, educação sexual e terapia sexual.

Alguns profissionais que se dedicam ao estudo dos fenômenos relacionados ao sexo se denominam de “sexólogos”. A sexologia em sua abrangência ou campo de trabalho abrange questões sócias culturais bastantes diversificadas. Entre elas se podem enumerar as questões relacionadas ao controle de natalidade, saúde publica, saúde sexual e suas patologias, incidências relacionadas ao aborto legalidade e ilegalidade entre muitas outras questões. Afinal de contas existem tais especialistas, ou terapeutas sexuais, legalmente especializados, onde o como se tornaram especialistas na modalidade de Sexólogo. E exatamente sobre esta questão que faço uma alerta sobre o cuidado que se deve ter ao escolher um profissional nesta distinta e controvertida área que é a Sexologia. Como e quando devemos escolher um profissional que se intitula de especialista em sexologia. Qual seria, portanto o profissional mais indicado para encaminhar um cliente a um especialista em Sexologia.

Como encontrar um sexologo.

Quando alguém se encontra em uma situação que se entenda que é necessária a intervenção de um profissional, nesta área da sexologia, ai sim começa o dilema, ou seja, é o de encontrar uma profissional que esteja realmente habilitado para realizar o procedimento terapêutico. Habilitado legalmente por seus conselhos e por sua competência frente à situação apresentada pelo paciente. Se alguém vasculhar pela internet vai encontrar um razoável numero de profissionais que se intitulam de especialistas em sexologia. Em seus sites ou blog, editam postagem sobre diversos temas sobre a sexualidade, muitas vezes, respaldados unicamente em critérios do seu entendimento (terapeuta), com base no que leu em livros e ouviu em palestras. E às vezes pensam que o tempo de trabalho lhe atribui direitos de especialistas que lhe é outorgado por si próprio. E assim exercem a profissão como especialistas onde intervém muitas vezes de forma equivocada, dando diretivas sobre as atitudes a serem adotados pelo paciente. Diretivas estas que muitas vezes contrariam princípios do cliente, e por este motivo freqüentemente os mesmos se decepcionam levando-os a abandonar o tratamento. Conheci um terapeuta sexólogo que durante uma sessão terapêutica sugeriu para uma de suas clientes que assumisse sua homossexualidade. A reação da cliente foi de inesperada revolta a ponto de sacar de uma arma que conduzia na bolsa ameaçando-o e pedindo que repetisse o que havia dito.

Sexologia no Brasil.

Aqui no Brasil na área medica não existe o medico com residência em sexologia. O medico tem que fazer residência em urologia ou ginecologia, e só depois fazer um pós - graduação em sexologia. Alem de ter que fazer provas de atuação em sexologia que são promovidas pela Federação Brasileira de Ginecologia ou através de provas promovidas pela Associação Brasileira de Urologia. E bom lembrar que estes profissionais só podem atuar com sexólogos após registro em seus devidos conselhos. Um bom critério é procurar saber se nome do profissional consta na relação de especialistas em sexologia, em seu devido conselhos. Caso não esteja relacionado entre os especialistas, o melhor é não procurar seus serviços por não apresentarem condições técnicas e legais necessária para o exercício da profissão, como especialista. Esta é apenas uma sugestão, pois afinal de contas você é o cliente. Há de se compreender que tais terapeutas não foram formados e treinados para atuarem com terapeutas sexuais. Consulte, portanto a Sociedade Brasileira de Urologia ou ginecologia ou mesmo a Associação Medica Brasileira.

Outra entidade.

No Brasil também existe a Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana fundada em 1986, e assim descreve no artigo 1° do seu estatuto “A Associação Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH) é uma associação para fins não econômicos, de direito privado, sem fins lucrativos, de âmbito nacional, com número ilimitado de associados e tempo de duração indeterminado, tendo sede e foro na cidade do Rio de Janeiro/RJ, na Avenida das Américas, 3434, bloco quatro, sala 301, CEP 22640-102, podendo abrir filiais, até mesmo em outras cidades da federação e no exterior.” Esta sociedade partindo do conhecimento de que não existe no Brasil normatização para a qualificação profissional de educadores Sexuais, Terapeutas Sexuais e Pesquisadores Sexuais.  A SBRASH, portanto assumiu a responsabilidade de definir esta questão nomeando uma comissão com vistas a estabelecer Normas e gerenciar o Concurso para a concessão de Certificados de Especialistas (TESH – Titulo de Especialista em Sexualidade Humana) nessas três áreas de atividade. (Educação Sexual, Terapia Sexual e Sexologia Social)

Na psicologia não existe regulamentação para exercício de terapeuta sexual. A resolução do Conselho Federal de Psicologia regulamentou através da seguinte resolução.

RESOLUÇÃO CFP N.º 013/2007 de 14 de setembro de 2007.

RESUMO

Institui a Consolidação das Resoluções relativas ao Título Profissional de Especialista em Psicologia e dispõe sobre normas e procedimentos para seu registro.
Especialidades:
I. Psicologia Escolar/Educacional;
II. Psicologia Organizacional e do Trabalho;
III. Psicologia de Trânsito;
IV. Psicologia Jurídica;
V. Psicologia do Esporte;
VI. Psicologia Clínica;
VII. Psicologia Hospitalar;
VIII. Psicopedagogia; 
IX. Psicomotricidade;
X. Psicologia Social;
XI. Neuropsicológica.

Comentando -.A orientação, portanto é. Se alguém necessita da intervenção de um profissional especializado em sexologia, da psicologia ou de qualquer outra área, é bom procurar um profissional que corresponda à exigência técnicas e legais para exercício da profissão. Ainda mais quando se deve levar em consideração que a intervenção do sexólogo deve ser exercida de forma extremamente ética por tratar-se de questões relativas à intimidade sexual de quem o procura. No entanto se o assunto se refere à atuação do Psicólogo, a coisa se complica ainda mais, pois até o momento não existe uma regulamentação sobre a especialidade em sexologia, e os poucos que atuam costumeiramente se denominam de especialistas, ignorando determinações emitidas por resoluções dos devidos Conselhos e exerce a profissão sem levar em consideração a legalidade e os conhecimentos técnicos necessários para o exercício da profissão. Embora esta especialidade não exista alguns dos terapeutas da psicologia assim como os de outras áreas, atuam e realizam seus atendimentos respaldados apenas em leituras de livros e conhecimentos adquiridos através de palestras em curtos encontros sobre o tema sexualidade da humana. Muitos profissionais que se dizem especialistas em sexologia possuem um grande numero de certificados, oriundos destes encontros, mais mesmo assim este não lhe confere o direito e exercer uma especialidade em condições legais, técnicas e éticas, como um especialista em sexologia. Portanto fica o alerta quando alguém necessitar de serviços de um desses profissionais em sexologia seria mais prudente consultar o Conselho Regional, Federal, Associações e Federações dos profissionais a fim de coletar informações sobre sua qualificação e sua competência, pois afinal de contas o que esta em jogo é a sua integridade.

Links Relacionados:
Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetricia (FEBBRASGO)   
Sociedade Brasileira de Urologia (SBU)
Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana 
Conselho Fedreal de Psicologia
RESOLUÇÃO CFP N.º013/2007 de 14 de setembro de 2007.(Especialidades)


Para ver no formato Google Docs Clique Aqui > Especialistas em Sexologia, quem são eles?

3 comentários:

José Benedito disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
José Benedito disse...

De uma certa forma a explicação foi bastante ampla mas não explicou tudo.Sabendo-se que um profissional psicologo lida exclusivamente com conteúdos da intimidade do paciente e essa intimidade na maioria das vezes tem raízes na sexualidade,como evitar tais conteúdos sem investigar causas e efeitos.Na pratica clinica, o Psicologo se vê na obrigação de investigar tais conteúdos no sentido de dar maior suporte ao tratamento que se segue.Não conheço nenhum Psicologo que tivesse primeiro que encaminhar seu paciente a um terapeuta sexual para depois atendê-lo.Conheço sim,casos em que o paciente está no estado emocional bastante abalado e encaminhamos o mesmo para um Psiquiatra ou Neurologista se for o caso,e depois de medicado retomamos o paciente para o tratamento psicológico.Diante do que foi lido acima, paira uma certa duvida porque não se separa o paciente dos seus conteúdos sexuais(sentido simbólico)do tratamento psicológico.

Anônimo disse...

Lamentavelmente o Curso de Psicologia AINDA não prepara PLENAMENTE o alunado de Psicologia para a abordagem da sexualidade do cliente. Geralmente os clientes não falam de problemas sexuais. Para eles é mais fácil falar de problemas trabalhistas com um colega de trabalho do que arriscar em dizer que sente atração sexual pelo mesmo e não sabe o que fazer com isso. E isto está o perturbando progressivamente na vida do mesmo. E aí psicólogo Wilba o que vc faria? Terapia do mutismo ou terapia do discurso filosófico? Existe o mito do cliente bonzinho, viu?
Eu conheço o profissional que atendeu a cliente . Segundo o fato que soube deste profissional, a cliente apresentava uma amizade exclusiva com uma pessoa do mesmo sexo, que de forma aparente, à vista dos outros, era apenas uma "amiga da cliente". MAS o profissional citado percebeu que sua cliente apresentava um forte desejo sexual INCONSCIENTE por esta pessoa. Então o profissional usou uma abordagem diretiva-persuasiva sobre a cliente para assumir a homossexualidade, que estava LATENTE. Consequentemente, a cliente apresentou um choque, e impulsivamente sacou uma arma de fogo, apontou ao profissional e disse: DIGA ISSO NOVAMENTE. O profissional respondeu: ASSUMA SUA HOMOSSEXUALIDADE. Ela respondeu: PQP! SÓ NAO ME LIVRO DE VC PQ PRECISO DE VC. A mesma guardou a arma e saiu. Posteriormente a mesma retornou ao consultorio de Psicologia e pediu que fosse atendida pq ela estava chocada do modo como o profissional abordou a sexualidade dela. MAS era isso que temia o tempo todo e gostaria de viver bem sua sexualidade. Entao o processo psicoterapêutico continuou em diante.
Já tenho visto no site desta sobre esse concurso para nomear profissionais que possam receber o título de TERAPEUTAS SEXUAIS. EU PARTICULARMENTE NAO CONCORDO. NÃO CREIO QUE por meio de um concurso deste tipo é possível CAPACITAR PLENAMENTE certos psicólogos a trabalharem a sexualidade humana.
Tive conhecimento que certos psicólogos paraibanos não apreciam o trabalho deste psicólogo referido. Considero uma grande lástima é que estes psicólogos que o criticaram não procuraram conhecer o que motiva este profissional a ter esta conduta profissional e para quê faz isso. Uma coisa é não concordar com a forma de trabalho de um profissional. Outra coisa é criticá-lo injustamente SEM ANTES conversar com o mesmo.

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